"Se a final da Libertadores não fosse em 18 dias, Renato Gaúcho não ficaria", afirma Mauro Cezar
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“Se a final da Libertadores não fosse em 18 dias, Renato Gaúcho não ficaria”, afirma Mauro Cezar

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Mais distante da briga pelo título brasileiro após o empate em 2 a 2 com a Chapecoense, o Flamengo tem no dia 27 a final da Libertadores contra o Palmeiras em busca da terceira taça de sua história na competição continental e a oscilação sob o comando do técnico Renato Gaúcho preocupa. Nos últimos dez jogos, foram quatro vitórias, quatro empates e duas derrotas, com o time tendo de vitória sobre o líder a empate com a lanterna no Brasileirão e a questão que fica é se o treinador chega na decisão de Montevidéu.

No UOL News Esporte, Mauro Cezar Pereira afirma que o pouco tempo até a decisão continental contra o Palmeiras deve impedir uma mudança no comando técnico do Flamengo, ressaltando que dentro do clube há arrependimento pela contratação, mas não seria viável a substituição em uma eventual saída de Renato Gaúcho.

“Se a final da Libertadores não fosse em 18 dias, eu acho que não ficaria, mas como ela está muito próxima e os dirigentes acho que não sabem muito bem o que fazer em uma eventual saída, é provável que ele continue. Eu já escrevi inclusive no meu blog na semana passada sobre isso, o arrependimento entre as pessoas no clube é evidente. Ninguém fala sobre isso abertamente, mas quando você conversa com as pessoas, elas admitem que realmente foi um equívoco, foi um erro”, diz Mauro Cezar.

“Lá dentro dos comentários internos são de que, tentando traduzir para o popular, ‘olha que bobagem que nós fizemos’. Porque se queriam mandar embora o Rogério Ceni, tinha que ter uma opção de um bom treinador e simplesmente buscaram o cara que estava na pista, na praia, estava ali disponível, querendo o cargo nitidamente. Então, a saída mais fácil não é obrigatoriamente a melhor saída, pelo contrário, geralmente a mais fácil é a mais perigosa, porque ela é muito conveniente, ela é fácil e as coisas na vida não são tão simples assim”, completa.

O jornalista afirma que não dava para se surpreender com o desempenho do time com Renato Gaúcho no comando no Brasileirão, considerando o que o Grêmio por ele treinado fez nas temporadas anteriores, sem disputar efetivamente o título nacional.

“Me espanta, eu falo isso desde a contratação, a falta de entendimento de conhecimento de futebol de quem tomou a decisão, porque o Renato Gaúcho é isso já há alguns anos. Se você pegar o Campeonato Brasileiro desse ano e falar ‘nossa, o Flamengo está fora da briga pelo título’, em todos esses anos em que o Renato comandou a equipe do Grêmio, ele sempre esteve fora da briga pelo título mesmo quando era vice-líder. Em 2017, ele estava a essa altura nove pontos atrás do Corinthians, que viria a ser o campeão”, diz Mauro Cezar.

“O Grêmio em momento algum com o Renato reivindicou o título brasileiro, brigou pelo título brasileiro, ele sempre colocou essa competição em segundo plano, só que no Flamengo é diferente, o Flamengo não abre mão do Brasileiro para priorizar a Libertadores, ele quer trabalhar em todas as frentes, porque é o time dos R$ 200 milhões que ele lá atrás dizia que era o time que deveria ser cobrado por um grande futebol porque o elenco é mais caro e e de fato, então por isso é mais cobrado. Mas aí, para você ser cobrado e corresponder, você tem que ter a capacidade e ele não tem capacidade, é muito simples, é muito claro, qualquer um vê”, conclui.

Fonte: Uol

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Empresário revela condições para uma possível volta de Gabigol à Europa

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gabigol durante partida contra o equador pela copa america ele atuou os 98 minutos

Flamengo tem em Gabigol o seu principal goleador desde 2019, ano em que o atacante deixou o Santos para brilhar com a camisa rubro-negra. Cobiçado constantemente, o camisa 9 viu o clube negar uma recente oferta do Newcastle, confirmada pelo empresário do atleta, Júnior Pedro, que também cogitou um retorno ao futebol europeu, agora com “outra cabeça”. E explicou as condições para

– É pauta de pergunta em toda reunião. Faz muito tempo que ele foi para Europa. O momento é outro. Era um jovem, saindo do Brasil de forma muito rápida, em uma disputa entre Juventus e Inter de Milão. Existiam duas linhas de gestão no clube, de chineses e italianos. É um fantasma que temos que desmitificar o tempo todo. Atrapalha, mas é indiscutível o nível que ele joga hoje, está muito acima do Brasil. Esses jogos da Seleção contribuem muito para desmistificar isso de que só joga na Copa do Brasil, Brasileiro, ou jogos fáceis do Carioca. […] Ele já foi alvo nesta janela e vai ser de novo, com certeza. Não é qualquer clube que pode tê-lo, que pode investir e isso também pesa, ele é de alto nível – comentou Junior Pedroso, em entrevista ao “SporTV”, emendando:

– Não vamos voltar a todo custo, tem que ser um projeto muito bom para o Gabriel voltar, ele está no ambiente dele, que é muito bom e estamos em um dos melhores clubes do mundo. Ele tem que ir para algo acima dele. Não vai ser por qualquer coisa, qualquer bobagem. O projeto de hoje é muito bom.

Após atuar por empréstimo em 2019 e ser decisivo nas conquistas do Carioca, Brasileirão e Libertadores, Gabriel Barbosa foi comprado pelo Flamengo da Inter de Milão, da Itália, e assinou contrato com o clube até dezembro de 2024. Ídolo da Nação, também tem sido convocado pela Seleção Brasileira.

Fonte: Lancenet

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Flamengo compra aparelho de realidade virtual inédito no Brasil; veja como funciona

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Flamengo ainda não contratou reforços para 2022, mas os trabalhos nos bastidores para sofisticar a preparação física seguem a todo vapor. Além de passar a utilizar o WIMU, um GPS “de última geração” , o clube também adotou uma tecnologia de realidade virtual, cujo aparelho se chama Rezzil e, através de uma plataforma de desempenho cognitivo, mede a capacidade dos atletas.

À “FlaTV”, o fisioterapeuta do Flamengo Márcio Puglia detalhou o procedimento e os benefícios, como auxílio aos jogadores na transição, da tecnologia inédita no futebol brasileiro. Veja a utilização no vídeo abaixo.

– Essa é uma tecnologia de realidade virtual. É um sistema pioneiro no Brasil, o Flamengo é o primeiro clube a implantar na rotina do futebol. Vai ser cada vez mais comum isso (realidade virtual) no esporte. A ferramenta pode ser utilizada para recuperação dos atletas e na fase de transição. Clubes europeus, como o Arsenal e o Manchester, tem utilizado, e seleções, como a italiana e francesa.

– O interessante da plataforma é que eu consigo colocar o meu atleta dentro de uma realidade do futebol de uma forma precoce. O atleta que está voltando de lesão, que está na transição, eu consigo antecipar a fase e colocar ele dentro da realidade do jogo de futebol. Por exemplo, tem situações de pressão do jogo, onde vai ter que receber a bola e dividir a bola, vai ter que finalizar. Ele vai estar envolvido dentro do gestual esportivo, mas em um ambiente controlado. Sem dúvida que é uma plataforma que pode nos auxiliar nesse processo de transição, além de melhorar a performance. Consigo ver situações de desequilíbrio, que é interessante na reabilitação dos atletas – completou.

No Fla, o primeiro a utilizar tal tecnologia foi o lateral-esquerdo Ramon, que se recupera de uma lesão muscular na coxa e ainda não está apto a treinar com 100% de condições físicas no gramado.O Flamengo estreia no Carioca no dia 26, contra a Portuguesa, com um time alternativo, treinado por Fabio Matias (técnico do sub-20). Já o grupo principal, de Paulo Sousa, seguirá treinando e se aprimorando no CT.

Fonte: Lancenet

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Nova regra da FIFA limita número de jogadores emprestados; entenda

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira a criação de uma série de regras para limitar o número de jogadores que um clube pode emprestar a outros. A intenção é disciplinar o mercado e evitar que clubes com muito poder financeiro acumulem atletas mesmo sem ter a intenção de utilizá-los em seus times.

O Chelsea, por exemplo, tem 22 jogadores nesta condição. O Manchester United tem 15, entre eles Andreas Pereira, cedido ao Flamengo. A Juventus de Turim tem 10, um deles Douglas Costa, ao Grêmio.

Essa plano deveria ter sido posto em prática em julho de 2020, mas a pandemia da Covid-19 levou a entidade a atrasar sua implantação em dois anos. As regras passam a valer a partir de 1 de julho de 2022 para o transferências internacionais.

  • Os empréstimos não poderão durar mais do que um ano
  • Está proibido o sub-empréstimo (um clube não poderá tomar um jogador emprestado e repassá-lo a outro)
  • Nenhum clube pode ter mais do que três atletas emprestados para (ou de) um mesmo clube

O número total de atletas emprestados para (ou de) um mesmo clube sofrerá uma limitação gradual:

  • Na temporada 2022/2023, oito jogadores
  • Na temporada 2023/2024, sete jogadores
  • A partir de 1 de julho de 2024, esse número ficará fixado em seis

Por exemplo: o Barcelona poderá emprestar até oito (depois sete, depois seis) de seus jogadores. Mas nunca mais do que três para o mesmo clube de destino.

Exceção importante: jogadores com menos de 21 anos e jogadores formados nas categorias de base de um clube estão isentos dessas limitações. Ou seja, a Fifa quer limitar a “compra para empréstimo”.

De acordo com o comunicado distribuído pela Fifa, as associações nacionais de futebol terão tries anos para implementar essas regras em seus mercados internos.

O mercado de transferências internacionais gerou em 2021 cerca de US$ 4,865 bilhões (R$ 27 bilhões), segundo relatório da Fifa. O Brasil é disparado o país que mais movimenta o mercado mundial: 1.749 transferências, entre saídas e chegadas.

Fonte: GE

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