Coutinho: Como Copa América pode ter 'ajudado' Everton Ribeiro a melhorar
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Coutinho: Como Copa América pode ter ‘ajudado’ Everton Ribeiro a melhorar

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everton ribeiro meia da selecao brasileira

Everton Ribeiro é inegavelmente um dos ídolos da torcida rubro-negra no vencedor elenco do clube. Vestindo a camisa do Flamengo desde meados de 2017 e caminhando para completar 300 jogos com ela, o meia passou por momentos complicados entre o segundo semestre de 2020 e o meio de 2021. Chegou perto de perder a vaga de titular, mas retomou o bom desempenho e se destaca num momento de decisão da temporada.

 

 

Ao contrário do que já foi abordado, Everton, durante a fase ruim, jamais deixou de fazer a função tática em que rende melhor. Seja com Rogério Ceni ou Domènec Torrent, jogou da mesma forma na maciça maioria das partidas. Partindo do lado direito para o meio, com a bola ou sem ela, abrindo o corredor para a ultrapassagem do lateral-direito, buscando se associar com os companheiros com tabelas ou triangulações, ou se colocando para receber a bola nas costas dos volantes rivais.

 

É difícil dizer exatamente o motivo da queda da produção do camisa 7 do Flamengo no período citado, mas algo chama a atenção. Ele começou a ”virar essa chave” para o lado positivo logo depois da Copa América realizada nos meses de junho e julho. No período de um mês, o meia foi titular em apenas uma partida pela Seleção. Jogou 45 minutos desta forma. Entrou em outros quatro jogos, totalizando apenas 167 minutos em campo.

 

No Flamengo, Everton Ribeiro é titular absoluto há cinco temporadas. Viveu um pequeno período no banco com Reinaldo Rueda, em 2018. Pouco se lesiona e, por mais que seja substituído no 2º tempo com certa frequência, possui ”minutagem” alta. É muito acionado durante os jogos, e considerando a maratona que o rubro-negro teve a partir do momento pós-parada da pandemia, é possível que a queda de desempenho estivesse atrelada à parte física.

01 - Miguel Schincariol - Miguel Schincariol

Everton Ribeiro pela Seleção

Imagem: Miguel Schincariol

A dificuldade para dar prosseguimento a algumas jogadas era bem nítida, principalmente as que envolvessem os duelos físicos. Everton nunca foi um atleta de potência, e os 32 anos também podem ter começado a pesar neste cenário. Mesmo assim, precisa de um mínimo de competitividade física, já que joga num faixa de campo com pouquíssimo espaço e convive frequentemente com a atenção dos marcadores para anular sua qualidade.

 

A Copa América serviu para dar um ”respiro” na insana sequência de jogos que vivencia no rubro-negro. É um dos jogadores que menos foi poupado nas últimas temporadas. Mais inteiro fisicamente, vem conseguindo cumprir os movimentos pedidos por Renato Portaluppi e acertar na parte técnica. Da direita pro centro, auxiliando Andreas na zona de construção das jogadas e se alinhando a Arrrascaeta, Gabigol e Bruno Henrique na sequência.

 

As duas assistências dadas contra o Barcelona, em Guayaquil, se somam a outras seis que ele também destinou a companheiros e terminaram com bolas nas redes rivais em 2021. A curiosidade é que duas delas também ocorreram em jogos de Libertadores, diante de LDU Quito e Defensa y Justícia, competição em que Everton Ribeiro costuma vivenciar grandes momentos com a camisa rubro-negra.

 

A parte artilheira segue em baixa. Fez só um gol na temporada, marcou na goleada diante do Corinthians, em São Paulo, mas a tendência é que retome essa eficiência com a sequência do bom nível apresentado recentemente. A afirmação nas listas de Tite, na Seleção Brasileira, também auxilia na retomada de confiança. A torcida do Flamengo pode comemorar o ”retorno de Everton”.

Imagem: Miguel Schincariol

Fonte: Uol

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Empresário revela condições para uma possível volta de Gabigol à Europa

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gabigol durante partida contra o equador pela copa america ele atuou os 98 minutos

Flamengo tem em Gabigol o seu principal goleador desde 2019, ano em que o atacante deixou o Santos para brilhar com a camisa rubro-negra. Cobiçado constantemente, o camisa 9 viu o clube negar uma recente oferta do Newcastle, confirmada pelo empresário do atleta, Júnior Pedro, que também cogitou um retorno ao futebol europeu, agora com “outra cabeça”. E explicou as condições para

– É pauta de pergunta em toda reunião. Faz muito tempo que ele foi para Europa. O momento é outro. Era um jovem, saindo do Brasil de forma muito rápida, em uma disputa entre Juventus e Inter de Milão. Existiam duas linhas de gestão no clube, de chineses e italianos. É um fantasma que temos que desmitificar o tempo todo. Atrapalha, mas é indiscutível o nível que ele joga hoje, está muito acima do Brasil. Esses jogos da Seleção contribuem muito para desmistificar isso de que só joga na Copa do Brasil, Brasileiro, ou jogos fáceis do Carioca. […] Ele já foi alvo nesta janela e vai ser de novo, com certeza. Não é qualquer clube que pode tê-lo, que pode investir e isso também pesa, ele é de alto nível – comentou Junior Pedroso, em entrevista ao “SporTV”, emendando:

– Não vamos voltar a todo custo, tem que ser um projeto muito bom para o Gabriel voltar, ele está no ambiente dele, que é muito bom e estamos em um dos melhores clubes do mundo. Ele tem que ir para algo acima dele. Não vai ser por qualquer coisa, qualquer bobagem. O projeto de hoje é muito bom.

Após atuar por empréstimo em 2019 e ser decisivo nas conquistas do Carioca, Brasileirão e Libertadores, Gabriel Barbosa foi comprado pelo Flamengo da Inter de Milão, da Itália, e assinou contrato com o clube até dezembro de 2024. Ídolo da Nação, também tem sido convocado pela Seleção Brasileira.

Fonte: Lancenet

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Flamengo compra aparelho de realidade virtual inédito no Brasil; veja como funciona

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Flamengo ainda não contratou reforços para 2022, mas os trabalhos nos bastidores para sofisticar a preparação física seguem a todo vapor. Além de passar a utilizar o WIMU, um GPS “de última geração” , o clube também adotou uma tecnologia de realidade virtual, cujo aparelho se chama Rezzil e, através de uma plataforma de desempenho cognitivo, mede a capacidade dos atletas.

À “FlaTV”, o fisioterapeuta do Flamengo Márcio Puglia detalhou o procedimento e os benefícios, como auxílio aos jogadores na transição, da tecnologia inédita no futebol brasileiro. Veja a utilização no vídeo abaixo.

– Essa é uma tecnologia de realidade virtual. É um sistema pioneiro no Brasil, o Flamengo é o primeiro clube a implantar na rotina do futebol. Vai ser cada vez mais comum isso (realidade virtual) no esporte. A ferramenta pode ser utilizada para recuperação dos atletas e na fase de transição. Clubes europeus, como o Arsenal e o Manchester, tem utilizado, e seleções, como a italiana e francesa.

– O interessante da plataforma é que eu consigo colocar o meu atleta dentro de uma realidade do futebol de uma forma precoce. O atleta que está voltando de lesão, que está na transição, eu consigo antecipar a fase e colocar ele dentro da realidade do jogo de futebol. Por exemplo, tem situações de pressão do jogo, onde vai ter que receber a bola e dividir a bola, vai ter que finalizar. Ele vai estar envolvido dentro do gestual esportivo, mas em um ambiente controlado. Sem dúvida que é uma plataforma que pode nos auxiliar nesse processo de transição, além de melhorar a performance. Consigo ver situações de desequilíbrio, que é interessante na reabilitação dos atletas – completou.

No Fla, o primeiro a utilizar tal tecnologia foi o lateral-esquerdo Ramon, que se recupera de uma lesão muscular na coxa e ainda não está apto a treinar com 100% de condições físicas no gramado.O Flamengo estreia no Carioca no dia 26, contra a Portuguesa, com um time alternativo, treinado por Fabio Matias (técnico do sub-20). Já o grupo principal, de Paulo Sousa, seguirá treinando e se aprimorando no CT.

Fonte: Lancenet

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Nova regra da FIFA limita número de jogadores emprestados; entenda

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A Fifa anunciou nesta quinta-feira a criação de uma série de regras para limitar o número de jogadores que um clube pode emprestar a outros. A intenção é disciplinar o mercado e evitar que clubes com muito poder financeiro acumulem atletas mesmo sem ter a intenção de utilizá-los em seus times.

O Chelsea, por exemplo, tem 22 jogadores nesta condição. O Manchester United tem 15, entre eles Andreas Pereira, cedido ao Flamengo. A Juventus de Turim tem 10, um deles Douglas Costa, ao Grêmio.

Essa plano deveria ter sido posto em prática em julho de 2020, mas a pandemia da Covid-19 levou a entidade a atrasar sua implantação em dois anos. As regras passam a valer a partir de 1 de julho de 2022 para o transferências internacionais.

  • Os empréstimos não poderão durar mais do que um ano
  • Está proibido o sub-empréstimo (um clube não poderá tomar um jogador emprestado e repassá-lo a outro)
  • Nenhum clube pode ter mais do que três atletas emprestados para (ou de) um mesmo clube

O número total de atletas emprestados para (ou de) um mesmo clube sofrerá uma limitação gradual:

  • Na temporada 2022/2023, oito jogadores
  • Na temporada 2023/2024, sete jogadores
  • A partir de 1 de julho de 2024, esse número ficará fixado em seis

Por exemplo: o Barcelona poderá emprestar até oito (depois sete, depois seis) de seus jogadores. Mas nunca mais do que três para o mesmo clube de destino.

Exceção importante: jogadores com menos de 21 anos e jogadores formados nas categorias de base de um clube estão isentos dessas limitações. Ou seja, a Fifa quer limitar a “compra para empréstimo”.

De acordo com o comunicado distribuído pela Fifa, as associações nacionais de futebol terão tries anos para implementar essas regras em seus mercados internos.

O mercado de transferências internacionais gerou em 2021 cerca de US$ 4,865 bilhões (R$ 27 bilhões), segundo relatório da Fifa. O Brasil é disparado o país que mais movimenta o mercado mundial: 1.749 transferências, entre saídas e chegadas.

Fonte: GE

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