Renato Gaúcho sobre Grêmio: 'Seria hipócrita se dissesse que é jogo normal’
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Renato Gaúcho sobre Grêmio: ‘Seria hipócrita se dissesse que é jogo normal’

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Renato Gaucho 1

O domingo já viveu seus tempos de Piquet, Senna, Luciano do Valle, aglomeração na geral e abraço em desconhecido na arquibancada. Ainda que nada mais disso seja possível, este 22 de agosto tem seu valor: o fantástico Flamengo enfrenta o Ceará, na Arena Castelão, pelo Campeonato Brasileiro. É pouco? Então, os mais ansiosos como eu já podem apontar o nariz para a contagem regressiva: faltam só três dias para o primeiro confronto das quartas de final da Copa do Brasil com o Grêmio , em Porto Alegre, onde Renato Gaúcho tem estátua, fãs e história.

Os cabelos brancos de Renato revelam mais do que a semelhança com o ator americano Richard Gere. O treinador do Flamengo, que completa 59 anos no dia 9 de setembro, é cascudo o suficiente para falar sem medo e com sinceridade sobre a partida do meio da semana, quando por força do destino será protagonista da infidelidade à beira do campo da Arena. Um filme já passa na cabeça.

 

“Eu seria muito hipócrita se dissesse que se trata de um jogo normal”, diz Renato à coluna. “Passei quase cinco anos no Grêmio, e fizemos um grande trabalho. Ganhamos títulos, e o relacionamento com o grupo e com a diretoria era muito bom. Claro que vai ser estranho. Todos sabem da minha ligação com o Grêmio, mas sou um profissional do futebol e quero ganhar. Sempre. Agora não vai ser diferente”, admite, assumindo a expectativa pela partida que vai mexer com o coração calejado.

Expectativa é a palavra que define. Define este Flamengo de Renato, uma máquina de fazer gols que infla a empolgação dos apostadores endinheirados , dos bolões dos cervejeiros, dos flapaixonados e dos que nem rubro-negros são. Quem não gosta de ver jogo do Flamengo? Quem, mesmo sem ser torcedor do clube, não espera a bola do seu time sair pela linha de fundo pra dar uma discreta zapeada e fuçar a quantas andam a pontaria do Gabigol e a elegância do Arrasca ? Nem que seja pra secar…

É um Flamengo de limite tão desconhecido quanto o do seu treinador. Aonde é capaz de chegar esse técnico que já provou ser bem maior do que apenas um rapaz latino-americano com dialeto boleiro? “A seleção é mais um sonho que tenho e espero conseguir realizar”, afirma Renato. “Mas, hoje, está muito bem servida com o Tite”, acrescenta, nesta fase de humildade grisalha da vida que o impede de vislumbrar na nova casa uma estátua parecida com a conquistada no Grêmio. “O Flamengo já tem a sua estátua e ela está muito bem posicionada lá. Deixa assim que está bom demais”.

O tamanho de Zico qualquer um conhece. O que Renato ainda não sabe é qual parte cabe a si próprio nesse latifúndio rubro-negro. “Pelo Flamengo, como técnico, ainda não ganhei nenhum título. Então, falta muita coisa ainda”.

Tem razão.

BOLO ESTRAGADO

Deu pena ver o volante Andrey usar o microfone da transmissão para se desculpar no último sábado (21/08) com os torcedores do Vasco após a derrota (2 a 0) para o Operário, a terceira consecutiva na Série B. Os jogadores não são culpados pelas limitações do time ruim. Quem montou o elenco frágil, muito abaixo da grandeza do clube, é que deveria ter vergonha na cara e soluções, pois já sabemos que lamúrias em coletivas e notas oficiais não vão aliviar o cofre. A derrota para o Operário foi a cereja do bolo estragado preparado por essa gente. O recheio: a amarga execução de R$ 93,5 milhões em dívidas trabalhistas. No seu aniversário de 123 anos – e em muitos outros que se passaram -, o Vasco é maltratado dentro e fora de campo.

LENGA-LENGA

O Botafogo é outro que não pode fingir surpresa e revolta quando as dívidas trabalhistas inviabilizarem a sua rotina. Todo mundo ali sabe que a exclusão do clube do Ato Trabalhista por atraso de parcelas acertadas com o poder público representava o risco de penhoras. A conta demora, mas chega. Duvidem de dirigentes que possam vir a público repudiar execuções de dívidas pela Justiça, pois eles sempre souberam qual seria o desfecho. Se não sabiam, são ainda mais incompetentes. Não caiam nessa.

O ALCIR DO FLUMINENSE

Por várias razões, o Fluminense precisa definir se Marcão é ou não é. Algumas delas: 1) Por respeito a um profissional que está sempre disposto a ajudar mesmo nas maiores roubadas; 2) para que Marcão sinta-se seguro na função, mesmo que os resultados nem sempre venham; 3) para que os jogadores vejam o treinador como um comandante e não um tapa-buraco mais barato; 4) para que empresários não encham o WhatsApp da diretoria com ofertas de técnicos desempregados; 5) para que torcedores e imprensa não façam especulações de contratações impossíveis. A situação atual lembra a do saudoso Alcir Portella no Vasco: um funcionário apaixonado pelo clube que ficava pra lá e pra cá entre o sonho de ser treinador do time e a realidade de auxiliar que sua subserviência lhe impôs.

ESTREIA

Os últimos dois anos interromperam a sequência de 30 bem vividos de jornalismo esportivo. E cá estou de volta, estimulada por um convite do UOL que desde já enche o currículo de orgulho e relevância. Se o treinador convoca, a gente aquece rapidinho e vai pegando o ritmo ao longo do desafio. Neste início de relação, a ideia não poderia ser outra: honrar a camisa. Estou no jogo, obrigada aos envolvidos.

Agora, como faz pra subir isso tudo no portal? Rs…

Imagem: Alexandre Vidal / Flamengo

Fonte: Uol

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Comentarista afirma que Flamengo venceu ‘apesar’ de Renato Gaúcho: “Tem que agradecer aos jogadores”

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renato gaucho a beira do maracana em jogo do flamengo contra o barcelona equ

Venceu, mas não convenceu. Esta parece ser a tônica do Flamengo após a vitória de ontem sobre o Barcelona-EQU. Apesar vantagem que leva ao Equador para o jogo de volta da semifinal da Libertadores, Renato Gaúcho recebeu duras críticas e foi questionado no comando técnico do Rubro-Negro. O jornalista Vitor Birner, da ESPN, não poupou o treinador e disse que “os jogadores carregam o Flamengo”.

– Renato Gaúcho tem que agradecer hoje aos jogadores, que fizeram o resultado sozinhos, porque não houve organização, compactação e variação tática. Os jogadores carregaram o Flamengo hoje, apesar da falta de ideias do técnico – afirmou Vitor Birner.

Além do jornalista da ESPN, o repórter Eric Faria, da Globo, também questionou veementemente o trabalho de Renato Gaúcho no comando técnico do Flamengo. Eric comparou as aparições atuais com as das épocas de Domènec Torrent e Rogério Ceni. Concordando com Birner, o repórter ainda disse que o Flamengo depende da individualidade de jogadores e que, até o momento, ” Renato não apresentou nada ” no clube do Rio.

Apesar das críticas, o Flamengo segue invicto na Libertadores 2021. Na última quarta-feira, no Maracanã, venceu o Barcelona de Guayaquil por 2 a 0 e abriu uma importante vantagem no jogo de ida das semifinais da competição. Essa foi a 80ª vitória do clube na história da disputa sul-americana.

Fonte: Lancenet

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Video: Léo Pereira bate boca com torcedor do Flamengo após deixar gramado do Maracanã; assista

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Nem tudo foram flores na vitória do Flamengo por 2×0 sobre o Barcelona-EQU na partida de ida da Libertadores. Após entrar no lugar de David Luiz aos 12 minutos do segundo tempo, Leo Pereira foi expulso aos 43 depois de agredir o zagueiro León, do time equatoriano.

Constantemente cobrado pelos torcedores do Flamengo, a atitude de Leo Pereira não foi perdoada. Em vídeo que circula nas redes sociais é possível ver um torcedor cobrando o defensor e dentre alguns palavrões, ele fala ao camisa 4: “Tem que jogar, não é pra entrar e ser expulso”. O zagueiro, que estava se dirigindo ao vestiário, volta e ainda discute com o torcedor – mas não é possível ouvir o que ele diz.

Fonte: O Dia

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Não duvido que esse Flamengo vá para Guayaquil e goleie, diz Milly Lacombe

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O Flamengo venceu o Barcelona de Guayaquil por 2 a 0 no Maracanã, no primeiro jogo pelas semifinais da Libertadores, mas correndo alguns riscos, com o time equatoriano exigindo participação importante do goleiro Diego Alves, principalmente durante o primeiro tempo, mas também em uma oportunidade na etapa final.

No UOL News Esporte , Milly Lacombe minimiza os riscos corridos pelo Flamengo no setor defensivo e destaca a maneira de jogar futebol sem a preocupação apenas em não sofrer gols, comparando com o que ocorreu no jogo da noite anterior, entre Palmeiras e Atlético-MG, na outra semifinal da competição continental.

“O Flamengo joga e deixa jogar, o que a gente vê o Flamengo fazer é futebol, o que a gente está vendo é futebol e o futebol é jogado, você se coloca em condições de vulnerabilidade e aí o adversário pode eventualmente fazer um gol, não é como, por exemplo, aquele Atlético-MG e Palmeiras que a gente viu, o Atlético-MG fez 22 faltas. É uma tática? É uma estratégia de jogo você fazer faltas? É discutível, sim, pode ser, algumas faltas são necessárias, mas é um não-futebol, ninguém se encanta com aquilo, ninguém se emociona com aquilo, não tem absolutamente nada acontecendo”, diz Milly.

“Em geral, quando esse Flamengo entra em campo, você vê futebol, mesmo quem não é flamenguista gosta de ver o que está acontecendo. E é isso, você tenta fazer um gol e às vezes vai obviamente ficar numa situação de talvez sofrer um gol, só que eu não duvido, por exemplo, que esse Flamengo vá lá para Guayaquil e goleie, é possível que isso aconteça, porque o time da casa vai ter que sair para jogar, para tentar fazer o gol e vai ficar exposto, e esse Flamengo, com esse time, pode fazer quatro”, completa.

A jornalista discorda de parte das críticas feitas ao técnico Renato Gaúcho em relação à organização do time dentro de campo e pontua como principal fator da equipe a forma como existe uma aproximação entre os jogadores sempre em que a posse de bola é do Rubro-negro.

“É um time que todo mundo que gosta de futebol quer ver jogar e tem Renato Gaúcho ali sim, é um time que joga por aproximação, um jogador do Flamengo com a bola nunca está sozinho, ele sempre tem para quem passar essa bola de uma maneira muito próxima, é bacana ver o que está acontecendo ali”, diz Milly.

“Acho que tem o Renato Gaúcho em uma situação de dizer ‘divirtam-se’, consigo enxergar isso, que eu já acho também que é uma enormidade, e tem Renato Gaúcho no futebol tático e estratégico de ninguém nunca estar sozinho, tem solidariedade ali, ele vai mexendo no time e isso nunca é diferente”, conclui.

Fonte: Uol

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