Clubes começam negociação com governos para liberar público também no Brasileirão
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Clubes começam negociação com governos para liberar público também no Brasileirão

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O protocolo de retorno do público aos estádios que a CBF elabora há alguns meses é bem parecido com o da Conmebol, divulgado no fim de semana passado: permissão de entrada apenas de pessoas totalmente vacinadas (com duas ou uma doses recebidas, a depender do laboratório) contra a covid-19 ou com exame RT-PCR negativo feito até 48 horas antes do evento, limitação de assentos a até 50% do estádio, obrigatoriedade do uso de máscaras e proibição de venda de bebidas e alimentos. Mas o plano estava sendo trabalhado para setembro, não para agora.

A CBF planejava a divulgação do protocolo para agosto e a reabertura dos portões em setembro, no início do 2º turno da Série A do Brasileirão. A confederação não abre mão da isonomia, ou seja, que todos os clubes possam ter torcida ao mesmo tempo, mesmo que em número diferente de assentos liberados (já que cada governo pode determinar uma porcentagem diferente). Só que a liberação da Conmebol para público imediatamente na Libertadores e Sul-Americana jogou pressão sobre a CBF.

Há um acordo entre CBF e clubes de que os presidentes negociem diretamente com seus governos estaduais e prefeituras pela liberação, e isso já começou: no Ceará, por exemplo, as diretorias do Ceará e do Fortaleza conversam com representantes do governador Camilo Santana (PT).

Os clubes queriam um aval especial para colocar no Castelão público vacinado, mesmo que fossem convidados, no clássico de 1º de agosto, mas não houve acordo. O Estado semanalmente tem liberado setores da economia com a diminuição no número de infectados e mortos por covid-19 e não se descarta que o futebol possa se encaixar na flexibilização em breve.

São Paulo é um estado-chave porque tem cinco times na Série A, o que representa 25% dos participantes. É fundamental ter o aval do governador João Dória (PSDB), que no início de julho projetou a volta de público para outubro — um pouco além do que a CBF planeja, mas considerado razoável.

A coluna apurou que Belo Horizonte, que tem como prefeito Alexandre Kalil (PSD), ex-presidente do Atlético-MG, é a cidade menos receptiva à volta de público aos estádios nos próximos meses. América e Atlético, representantes mineiros da Série A, poderiam, caso todos os outros locais liberassem, mandar seus jogos no interior do Estado, caso quisessem.

O Flamengo tentou com a prefeitura do Rio receber com público no Maracanã o Defensa Y Justicia (ARG) na quarta da semana que vem, pelas oitavas da Libertadores, mas não conseguiu. Negociou então com o Distrito Federal, que liberou 25% da capacidade do estádio Mané Garrincha, cerca de 15 mil assentos, e transferiu o jogo para lá com aval dos argentinos (que precisaram mudar toda sua logística).

Para o Brasileirão, porém, nenhum clube pode alterar seu jogo para Brasília para ter público, já que a CBF mantém a isonomia. A questão é que agora, com o movimento da Conmebol, há pressão para que as negociações com entes governamentais avancem mais rapidamente. A ver os próximos capítulos.

Fonte: Uol

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Bastidores da demissão: Além do vice na Libertadores, comportamento e falta de profundidade tática nos treinos desgastou passagem de Renato Gaúcho pelo Flamengo

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A passagem de Renato Gaúcho pelo Flamengo durou pouco mais de quatro meses, mas bem antes do divórcio o trabalho do treinador começou a ser contestado dentro do clube. Determinadas posturas no dia a dia incomodaram jogadores, integrantes da comissão técnica e dirigentes.

Ídolo com estátua no Grêmio, seu clube anterior, Renato chegou ao Flamengo sem mudar algumas atitudes que tomava em Porto Alegre e não lhe causavam problemas. No Ninho do Urubu, porém, a história foi diferente. Quando os titulares ganhavam folga, por exemplo, era comum o treinador não comparecer ao CT.

– Hoje ele se deu folga – era o comentário mais ouvido entre funcionários do Ninho nesses dias.

Renato no jogo contra o Grêmio: ausência em treino dos titulares no mesmo dia causou irritação — Foto: Maxi Franzoi/AGIF

Renato no jogo contra o Grêmio: ausência em treino dos titulares no mesmo dia causou irritação — Foto: Maxi Franzoi/AGIF

Já no primeiro mês de trabalho de Renato, quando o Flamengo enfileirava goleadas, a ausência do treinador na viagem a Natal para o jogo de volta contra o ABC, pela Copa do Brasil, foi mal recebida por alguns no Ninho. Na ocasião, ele recebeu autorização do vice de futebol do clube, Marcos Braz, para permanecer no Rio com os titulares.

Além de ocasiões pontuais como os treinos e a ausência em Natal, um ponto causou incômodo constante, principalmente entre os jogadores: a falta de detalhamento tático nas atividades. A maior parte dos treinos consistia em pequenos jogos, com menos de 11 jogadores em cada time, fossem nove contra nove, oito contra oito ou sete contra sete.

No dia a dia, a relação dos jogadores com Renato era consideravelmente melhor do que com seu antecessor, Rogério Ceni. “Gente boa” é uma expressão ouvida frequentemente no Ninho para definir o treinador que deixou o Flamengo nesta segunda. Mas a questão tática irritava boa parte do elenco.

– A gente consegue resolver jogos pela qualidade do time, mas tem momentos em que a gente precisa de um técnico indicando caminhos – disse um jogador.

Jogadores do Flamengo se irritaram com falta de profundidade tática dos treinos de Renato — Foto:  Pedro H. Tesch/AGIF

Jogadores do Flamengo se irritaram com falta de profundidade tática dos treinos de Renato — Foto: Pedro H. Tesch/AGIF

Já na reta final do trabalho, um episódio foi considerado a gota d’água, que dificultaria a permanência de Renato mesmo em caso de título da Libertadores: a ausência do técnico no treino que os titulares fizeram em Porto Alegre quatro dias antes da final contra o Palmeiras.

No mesmo dia, os reservas rubro-negros enfrentaram o Grêmio à noite, e Renato preferiu não comandar a atividade dos titulares. Se no início as críticas a esse tipo de comportamento ainda eram mais restritas em razão dos resultados, nesse caso a rejeição foi quase unânime e pavimentou a decisão pelo fim da passagem do treinador pelo Flamengo.

Quando Néstor Pitana apitou o fim da prorrogação da final da Libertadores, os envolvidos no futebol rubro-negro sabiam que não havia clima para Renato comandar mais um jogo sequer. O anúncio foi feito nesta segunda, e Maurício Souza será o técnico do Flamengo até o fim do Brasileiro.

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Flamengo planeja reformulação geral em setores do futebol para 2022

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A derrota na final da Libertadores deverá confirmar uma grande reformulação no Flamengo para 2022. O técnico Renato Gaúcho não deve permanecer e pode sair até mesmo antes do fim do Brasileiro, porém, as mudanças não devem parar por aí. O clube carioca deverá passar por uma verdadeira mudança que inclui jogadores e também profissionais que fazem parte do futebol do Rubro-Negro há algum tempo.

Entre os jogadores, há pelo menos cinco que não devem continuar para a próxima temporada. O zagueiro Bruno Viana, que pertence ao Braga, e não deverá ter seu vínculo renovado. O goleiro César que deve ser negociado, além do volante Piris da Motta e do lateral-direito Rodinei. O jovem João Gomes, de 21 anos, também tem chances de ser negociado pelo clube carioca.

Além dessas saídas, o Flamengo também deverá ir ao mercado e fazer contratações. O clube carioca entende que precisa se reforçar com um goleiro e também com meia, para ser uma espécie de “sombra” para Arrascaeta. A contratação de um lateral-direito também não está descartada pelo Rubro-Negro.

Porém, a reformulação não vai passar apenas por mudanças no elenco. De acordo com informações do portal “UOL”, a preparação física e o departamento médico do Flamengo, que receberam muitas críticas na temporada, podem sofrer mudanças. Lembrando que o clube irá passar por eleições no próximo mês e o atual presidente Rodolfo Landim é o favorito para ser reeleito.

Fonte: O Dia

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Diretoria do Flamengo avalia demissão de Renato Gaúcho

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Renato Portaluppi, que já vem sendo muito pressionado pela torcida do Flamengo há alguns jogos, pode deixar o comando técnico do clube a qualquer momento após o vice-campeonato na Libertadores, diante do Palmeiras.

Conforme apurado pela reportagem da TNT Sports, o treinador, que tem contrato até o fim deste ano, não permanecerá no Rubro-Negro para a próxima temporada e pode ser que chegue a não cumprir o contrato.

Nos bastidores do Flamengo, ainda de acordo com a apuração da TNT Sports , é discutida a possibilidade de Renato não estar à frente da equipe já na próxima terça-feira (30), diante do Ceará, jogo válido pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O técnico chegou ao time carioca em julho, horas depois da demissão de Rogério Ceni. No contrato, há uma cláusula de renovação automática caso Rodolfo Landim seja reeleito presidente do clube.

Fonte: TNT Sports

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