Braz vê acerto na manutenção de Ceni e planeja reforços para o Flamengo: "Importante oxigenar"
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Braz vê acerto na manutenção de Ceni e planeja reforços para o Flamengo: “Importante oxigenar”

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Cansado, mas feliz. Assim, Marcos Braz terminou mais um ano de títulos à frente do futebol do Flamengo, mas não pretende descansar. O planejamento da temporada 2021 está em curso, e o objetivo é manter o time no topo. Para isso, apesar o orçamento ser mais curto, o elenco ganhará novas peças para elevar a concorrência.

– O Flamengo precisa se reforçar. É sempre importante oxigenar – afirmou o vice de futebol.

Em entrevista ao ge, Braz fez um balanço de 2020, relembrou decisões difíceis, como a demissão de Dome, e afirmou acreditar que foi um grande acerto ter segurado a pressão para manter Rogério Ceni até o fim do Brasileiro. E também para 2021.

O VP de futebol do clube explicou a negociação avançada para a volta de Rafinha, falou sobre as constantes notícias que relacionam Jorge Jesus ao Flamengo e respondeu qual clima espera para o ano de eleição no clube.

Confira a entrevista:

GeDepois de uma temporada longa, intensa, com muitas dificuldades por causa da pandemia, mas também com títulos, qual o balanço você faz?

Marcos Braz: Eu acho que ninguém acreditaria no que aconteceu sobre essa pandemia. Todas as análises foram caindo. Quem era o favorito na Inglaterra? Liverpool? Olha o que aconteceu. Na Itália, Juventus? A Juventus não foi bem. Em Portugal, os dois favoritos que se intercalam, Benfica e Porto. Hoje tem a chance de o Sporting ser campeão.

O Flamengo teve que ir fazendo ajustes. A primeira grande dificuldade: leva quatro, cinco meses para renovar com o Jorge Jesus. E 25 dias depois ele sai. Evidente que aqui não tem criança, isso é do processo, um processo muito limpo. Quando a gente estava no processo lá atrás tentando renovar com o Jorge, tínhamos algumas alternativas. Depois que renova, a gente solta as alternativas. Normal.

E aí o Jorge vai embora, a gente começa do zero, começando a ver o processo de novo. O Flamengo foi ajustando, resolvendo a vida. Graças a Deus, ainda assim, foi a terceira melhor temporada da história do Flamengo. Conseguimos nos superar e tenho certeza que foi um bom ano para o Flamengo. Com certeza, foi o mais complicado.

Qual foi a decisão mais difícil de ser tomada nesta temporada?

Ter a percepção na hora certa de trocar o Domènec. Foi uma decisão muito difícil. De 2013 a 2019, o Flamengo teve 13 técnicos. Se fizer conta por alto, é um a cada cinco meses. Eu afirmo que em lugar nenhum do mundo, sério, profissional, isso daria certo. Eu relutei muito e sempre vinha falando com companheiros de diretoria, não vamos entrar nesse ciclo, nesse processo, por mais que seja desgastante segurar um treinador.

Nem sempre a culpa é só do técnico. Você tira o técnico, zera a posição de todo mundo, bota outro… Fica muito fácil. A percepção de quando poderíamos trocar o Dome foi muito difícil. Ele é um técnico sério, correto, direito, honesto, trabalhador.

Com o Ceni e logo depois começamos a ter o mesmo processo. Os resultados não vieram em alguns momentos. O ápice disso foi a derrota do Flamengo para o Ceará. A manutenção do Ceni foi muito assertiva. A compreensão e tentar fazer com que os outros compreendam que o Ceni precisava de mais tempo para que pudesse fazer um trabalho.

Qual a principal lição que a temporada 2020 deixou?

Toda temporada te dá um aprendizado, uma casca a mais. Esse é um ano em que você vê que, mais do que nunca, um grupo unido, forte tecnicamente, no final faz a diferença. Em momento algum, não se acreditou nesse título. Podem ter certeza disso.

Eu tive oportunidade de ganhar três títulos brasileiros sendo VP de futebol do Flamengo. Em toda a dificuldade de 2009, esse aqui foi o mais esquisito. Acho que o Flamengo foi campeão na força da instituição, na união das pessoas aqui dentro.

Agora é bola para frente, acreditando sempre em poder ganhar ainda mais títulos pelo Flamengo. Três técnicos diferentes, três comissões diferentes. Esse título, para mim, também tem um gosto melhor do que os outros porque a gente sempre é questionado, sempre condenado por um monte de situações, mas acho que deu tudo certo.

Braz se emociona na comemoração do título do Flamengo no Morumbi — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Braz se emociona na comemoração do título do Flamengo no Morumbi — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

O Rogério Ceni sofreu muita pressão durante esse processo, e é questionado até depois do título. Como foi a decisão de mantê-lo no comando?

Ele tem contrato com o Flamengo até dezembro de 2021. É o atual campeão brasileiro, teve alguns dias de férias merecidas para visitar o pai. Quando voltar, retoma o trabalho dele normalmente. Não tem muito o que falar, não.

Eu entendo a pergunta, mas não entendo a insistência em relação a perguntar do Rogério. Ele tem contrato com o Flamengo, acabou de ser campeão com o Flamengo. Mais do que plausível que daqui a uma semana esteja aqui dando o treino. De uma maneira bem tranquila, bem natural.

Até pela má fase do Benfica, o nome de Jorge Jesus aparece constantemente ligado ao Flamengo. Como lida com essa situação?

Eu vejo muita coisa em relação ao Jorge Jesus. Eu não preciso de intermediário para falar com o Jorge Jesus. Eu não preciso de intermediário para receber qualquer tipo de informação do Jorge Jesus. Eu não preciso de intermediário para que fale com assessor, com jornalista. Eles vão querer falar de Jorge Jesus para mim? É piada.

Se eu quiser falar alguma coisa com o Jorge, ou se ele quiser falar algo para mim… A gente se fala não toda hora, mas no Natal, no Réveillon, nas datas de um grande jogo. Teve um jogo que ele perdeu há um mês na liga que desejei boa sorte para ele.

Estão querendo mostrar um negócio… parece até que o Flamengo não quer o Jorge. Não preciso de intermediário para conversar com o Luis Filipe Vieira (presidente do Benfica). O Jorge tem contrato lá. Se está bem ou mal, essa análise não é minha. É do presidente e do Jorge. Eu não fico irritado com as perguntas sobre o Jorge. Estou apenas lembrando que quem trouxe o Jorge fui eu. Com o Dome foi a mesma coisa, não dá para ser seletivo.

A tendência é de que o nome dele ainda esteja ligado ao Flamengo por muito tempo…

Lógico. E que bom. Dura um bom tempo pelos resultados que ele deixou aqui. O Jorge é um cara fenomenal, trabalhador, correto, mas está contratado. E a opção de ir embora foi dele. Mas não é demérito nenhum. Eu entendi. Um mundo louco, de pandemia, a família não podendo vir para cá. Ele com restrições. A vacina está aí e não chega para todo mundo. Meu pai tem 79 anos e tomou vacina hoje (segunda). A gente tem que ter paciência e tranquilidade para que comece a temporada. Eu acho que daqui a pouco alguns fantasmas vão desaparecendo.

Sobre planejamento de montagem de elenco, a torcida pode esperar um ano de menor investimento, até por já ter um time campeão?

Pela parte financeira e também por já ter um elenco que já veio sendo qualificado. No ano passado, contratamos alguns jogadores no início. Pedro e Thiago Maia eram empréstimo. O Pedro nós exercemos, e o Thiago chegamos a um bom acordo com os franceses para que tivéssemos mais tempo para recuperá-lo. Confiamos muito.

Agora, temos que fazer os ajustes. O Flamengo precisa se reforçar, acredito que é sempre importante oxigenar o ambiente do departamento de futebol. Mas com certeza não são os caminhos de quando chegamos, em 2019.

Ceni comemora com Gabigol o título do Flamengo. Braz acredita que manutenção do técnico foi acerto — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Ceni comemora com Gabigol o título do Flamengo. Braz acredita que manutenção do técnico foi acerto — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Já existiu a conversa com treinador sobre quais posições o Flamengo pretende se reforçar?

Já saímos na frente, contratamos o Bruno Viana. Temos que ter imaginação, bom senso e conhecimento do mercado. Mas não vamos fazer cinco, seis contratações não. Não sabemos se teremos propostas pelos nossos jogadores. Conforme isso acontecer, vamos ajustando também. A gente conversa (com Rogério), mas quando ele voltar vamos acelerar.

Qual o estágio da negociação com o Rafinha?

Ele começou há um mês a sinalizar que queria voltar. Estamos conversando. O Bruno (Spindel) está conversando. Eu tenho uma relação direta com ele também, muito próxima. Com o Lincoln, seu empresário, também. Estamos tentando ajustar. Não que ele não mereça ser valorizado pela história dele aqui, mas estamos com algumas prudências para finalizarmos esse caso, de um lado ou de outro.

A reta final do Brasileiro tirou um pouco o nosso foco, porque estávamos concentrados só nos jogos. Mas vamos retomar. Está bem encaminhada, mas não está certa a contratação. Vou ligar para ele.

O Miranda está sem clube desde que rescindiu na China. É um jogador que interessa?

Não gosto de falar porque às vezes parece uma coisa desrespeitosa, e o Miranda é um jogador de uma carreira brilhante. Mas em nenhum momento foi analisado aqui para ser contratado. Nenhum. Pelo menos para mim.

O orçamento de 2021 prevê um volume alto de verba em venda de jogadores. Como o departamento de futebol vai trabalhar com isso? Como manter os principais nomes?

Previsão sempre é de volume alto. Ano passado eram R$ 80 milhões. Depois, ajustaram para R$ 90 milhões. Depois, R$ 120 milhões. Foi indo… E nós fomos resolvendo tudo. No dia 2 de janeiro batemos a meta com a venda do Reinier por 30 milhões de euros.

Aí veio a pandemia e foram precisos ajustes. Não estou dizendo que está errado, só estou aproveitando para dar a informação. O segundo número batemos com a venda do Pablo Marí. E fomos acertando e ainda terminamos campeões.

Agora estamos na terceira temporada com números altíssimos. Em janeiro já batemos com a venda do Lincoln e do Yuri César. Vamos com luta, trabalho e união no departamento.

Marcos Braz apresenta o Ninho a Ceni no dia de sua apresentação — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Marcos Braz apresenta o Ninho a Ceni no dia de sua apresentação — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

O Flamengo recentemente teve propostas que não aceitou de alguns atletas, como Léo Pereira e Michael. Qual sua expectativa para possíveis ofertas também na janela do meio do ano?

Estou esperando o Rogério voltar até para saber o que ele está pensando na parte esportiva. Mas aqui não colocamos jogador na prateleira para vender. Alguns jogadores precisam de seis meses, um ano para se adaptarem ao clube. Mas aqui não tem isso. É porrada o tempo todo, é no chicote. E não da minha parte não, é da torcida, dos jornalistas… de todo mundo.

Mas quem vem sabe que é assim. O jogo é esse. Não vou reclamar de pressão. Para quem está do lado de dentro do Flamengo, costumo dizer que um ano equivale a sete, igual cachorro. O desgaste é grande.

E ano de eleição, vale quanto?

Vale 14 (risos). Mas estou acostumado. Respeito a posição de todos, dos jornalistas… Mas é um ano de cuidado também. As coisas precisam ser mais apuradas, administradas, com oportunidade de ouvir o outro lado com a mesma vontade. Não adianta ouvir já com o conceito formado.

Mas não posso reclamar não, foram dois anos maravilhosos, com muitos títulos. Vamos seguir. Sobre política, estou à vontade. Vou ter pouca participação. Meu candidato é o Landim. Se ele não quiser, é quem ele falar que tem que ser. O processo eleitoral pode me desgastar por causa do meu cargo, mas estou super tranquilo. Há tempos falo isso. Quem me conhece sabe que eu cumpro o que falo.

Neste ano você vai conciliar também a função de vereador, algo que foi muito falado durante o processo eleitoral. Como você administra isso?

Estou feliz, foi meu primeiro título como vereador. Campeão brasileiro. Espero que venham mais. Tenho as minhas atribuições na câmara, que são colocadas às claras. Queria lembrar uma coisa. Antes de eu ser vice, tínhamos um vice que era auditor da Receita Federal (Ricardo Lomba) e eu nunca vi nenhum jornalista questionar se ele poderia estar no Flamengo. Antes dele teve o Wallim, que tinha também suas atribuições. Nunca vi nenhum questionamento.

Quando chega na minha vez, é um “mimimi”. Não fui eleito para meu cargo no Flamengo, tenho um cargo de confiança do Landim, que foi eleito. Não tenho dúvida, pela história dele, por ser um grande presidente, que se sentisse que não estou cumprindo meu papel, ele seria o primeiro a falar comigo. E eu seria o primeiro a entender.

Quem está pagando o preço é minha família, meus filhos, esposa, pais… Todos reclamam que não estou presente. Mas foi uma opção minha. Não deixar eu me defender em relação a isso é covardia. Tenho que ser cobrado como vereador. Muito. E tenho que ser cobrado como vice-presidente. Mas acho covardia cobrar essa correlação.

O bicampeonato impulsiona o tricampeonato?

Claro. Só poder ser tri se for bi. Vamos embora para cima deles. O olho até brilha. Não sei se vamos conseguir, mas vamos trabalhar, fazer o possível e impossível. O que posso garantir é que não vai faltar empenho para termos mais uma grande temporada, com pandemia ainda e problemas enormes de vacinação.

Infelizmente estou desacreditado, deveríamos estar mais acelerados na vacina. Para Brasileiro e Libertadores, acho que vai demorar um pouquinho mais. Tomara que eu esteja errado.

Fonte: GE

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Renato lamenta resultado, se diz satisfeito com o desempenho do Flamengo e afirma: “Quem tudo quer, nada tem”

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Renato na partida entre Fluminense e Flamengo nesta sabado pelo Brasileiro

Em tom defensivo, Renato Gaúcho adotou um discurso pessimista em uma resposta para explicar o baixo rendimento do Flamengo diante do Fluminense, neste sábado, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, na derrota por 3 a 1. O técnico admitiu a complicação na competição nacional e destacou:

– Satisfeito pelos problemas que a gente vem tendo. Desfalques de jogadores na Seleção, no departamento médico. Mesmo assim, o Flamengo em três competições. Está na final da Libertadores, temos 90 minutos para colocar o clube em outra final na quarta-feira e estamos brigando no Brasileiro. Está cada vez mais difícil, mas qual clube joga e vence as três competições? – disse.

– Temos coisas para melhorar, para corrigir, mas ninguém leva em consideração os problemas que estamos tendo. A gente sabe o que está passando. A cada três dias, o Flamengo tem obrigação de ganhar para ficar vivo nas competições. E nenhum time no mundo disputa três competições ao mesmo tempo e vence as três, é muito difícil. Quem tudo quer, nada tem. E os outros clubes que estão disputando só o Brasileiro? Poderíamos estar melhor no Brasileiro? Sim, mas ninguém quer saber dos nossos problemas no dia a dia – emendou.

Agora terceiro colocado no Brasileiro, já que ficou estacionado nos 46 pontos e foi ultrapassado pelo Fortaleza (48), o Flamengo vira a chave para receber o Athletico-PR, nesta quarta-feira, às 21h30, pelo duelo de volta das semifinais da Copa do Brasil, no Maracanã – na ida, os times empataram em 2 a 2.

Confira outros trechos da entrevista coletiva:

Ambiente tumultuado?

– A gente sabe que a gente precisa melhorar e dar sequência ao trabalho. Quem está aqui sabe o quanto temos trabalhado para buscar os resultados. Respeito opinião, mas não adianta querer tumultuar o nosso ambiente. Empata duas, perde uma e parece que está tudo errado. Vejo outros clubes disputando apenas uma competição e mal, e ninguém fala. O Flamengo dá ibope. Se eu fosse torcedor, também estaria um pouco insatisfeito. Mas o torcedor entende que estamos em três competições.

Opções na escalação

– A única vez que poupei jogador desde que cheguei ao Flamengo foi contra o ABC, depois de ganhar por 6 a 0. Hoje, nós estamos pagando pelo Bruno Henrique, porque deveria ter sido poupado, vinha se queixando muito do adutor. Colocamos para jogar no meio dessas críticas. Estourou. O Pedro estava com dores muito fortes no joelho. Levamos para jogar contra o Athletico correndo um risco. Jogou 15, 20 minutos e agravou a lesão.

Apelo à torcida

– O torcedor é paixão, ele quer ganhar. O torcedor tem que acreditar no que a gente fala, porque é a realidade, estamos aqui dentro. Quando não ganha, é assim. Principalmente no clássico. Nós também queremos, mas nem sempre é o nosso dia, nem sempre o jogador vai jogar bem. O torcedor tem que vir na quarta-feira para nos apoiar, como sempre fez. Se quiser vaiar, deixa para depois do jogo. Precisamos do torcedor. Eu entendo quem está bravo, porque perdemos um clássico.

Posicionamento de Andreas Pereira

– São características diferentes. Quando o Arrascaeta não joga, a gente precisa improvisar. O Andreas é volante e tem nos ajudado, mas não tem as mesmas características. Não é da noite para o dia. O Arrascaeta faz falta em qualquer time, é um jogador diferenciado. E não é só o desfalque do Arrascaeta, mas não é desculpa. Jogando uma vez por semana, tem tempo de preparar e treinar a equipe. Desse jeito, a gente mal tem tempo para fazer um trabalho tático. Como vai ter entrosamento?

Opção por Vitor Gabriel

– Era o único jogador da posição. Desde que eu cheguei, fez apenas três jogos. Falta ritmo. Não é que fez má partida, mas falta ritmo para o jogador. Vou improvisar tendo um jogador da posição? Ele foi bem em alguns lances, não foi tão bem em outros. Se ele faz aquele gol no primeiro tempo, seria herói.

Busca por padrão de jogo

– Já temos o problema do entrosamento. Se mudarmos também a parte tática, teremos dois problemas. Temos o nosso padrão de jogo, que é maneira que nós e os jogadores gostam de jogar. Infelizmente, não é em todos os jogos que estamos no nosso dia. Não adianta mudar toda hora.

Carência sem Arrascaeta

– Já coloquei o Vitinho ali, já coloquei o Lázaro ali, o Everton e o Andreas na maioria das vezes. Andreas fez um ótimo jogo contra o Juventude, todo mundo gostou. Se eu tiro, iriam questionar. O Arrascaeta joga ali, e qualquer jogador que entre no lugar vão querer que faça o mesmo. A gente tenta, mas nem sempre consegue o nosso objetivo.

Fonte: Lancenet

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Torcedores do Flamengo pedem demissão de técnico após derrota no Fla-Flu: “Fora Renato”

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O Flamengo enfrentou o Fluminense em partida válida pelo Brasileirão nesse sábado (23), no Maracanã, e foi derrotado por 3 a 1. O resultado dificulta o Rubro-Negro na briga pelo título, e o Atlético-MG tem a chance de aumentar a vantagem para os cariocas amanhã, quando enfrenta o Cuiabá. Com a derrota, inclusive, o time carioca caiu para a 3ª colocação, com o Fortaleza assumindo a vice-liderança. Durante o jogo, os flamenguistas criticaram muito o técnico Renato Portaluppi nas redes sociais.

Algumas críticas se dão por conta de algumas decisões do treinador. Os torcedores não concordam com o tempo que o técnico deixou Renê em campo. Apesar do gol, o latera esquerdo foi muito criticado, e os flamenguistas queriam que Ramon tomasse seu lugar, mas isso só aconteceu depois dos 40 minutos do segundo tempo.

Além disso, a presença de Gustavo Henrique na zaga flamenguista também incomocou os rubro-negros, assim como outras decisões. Outras críticas simplesmente eram sobre a forma como o time vem jogando, e alguns classificam o time até como “mal treinado”. Veja a repercussão:

Fonte: TNT Sports

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Sem Pedro e Gabigol, Renato tem quebra cabeça para montar no Fla-Flu; veja provável escalação

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O Flamengo dificilmente terá Pedro à disposição para o clássico contra o Fluminense, neste sábado. O atacante ainda sente dores no joelho direito, não foi a campo no treino desta sexta-feira, e a tendência é de que não jogue para que esteja 100% no duelo com o Athletico-PR, na próxima quarta-feira, pela semifinal da Copa do Brasil.

Autor do gol do empate com o Athletico no jogo de ida, na última quarta-feira, Pedro já não estava em plenas condições no duelo em Curitiba. O atacante ainda se ressente de um incômodo no joelho, desde a vitória sobre o Juventude. Ele ficou fora da partida contra o Cuiabá, por exemplo.

Além de Pedro, o técnico Renato Gaúcho também não poderá contar com Gabigol, que sofreu uma entorse no tornozelo direito contra o Athletico. A dupla se soma a outros desfalques: Filipe Luis (suspenso), David Luiz, Bruno Henrique e Arrascaeta (departamento médico).

Para o ataque, Renato tem como opção imediata Vitor Gabriel, que entrou contra o Cuiabá, inclusive. Outras alternativas são de Vitinho ou Kenedy, atuando de forma mais adiantada. Na lateral direita, Matheuzinho deve ganhar uma oportunidade.

A provável escalação do Flamengo para enfrentar o Fluminense é a seguinte: Diego Alves, Matheuzinho, Rodrigo Caio, Léo Pereira e Renê; Willian Arão, Thiago Maia, Everton Ribeiro, Andreas e Michael; Vitinho (Kenedy ou Vitor Gabriel).

Flamengo e Fluminense se enfrentam às 19h (de Brasília), no Maracanã. A partida é válida pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Fonte: Globo Esporte

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